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GB Blog: Por trás das graduações – O que os professores avaliam?

Ir às aulas todos os dias, participar de inúmeras competições nos fins de semana, acumular dezenas de medalhas, ser “O casca grossa”, essas são qualidades que podem parecer essenciais e indispensáveis para um aluno que está prestes a ser graduado. No entanto, o caminho para a mudança de faixa vai além do “ser campeão”.

Na Gracie Barra, a nossa missão vai além de fazer de um estudante uma revelação no jiu-jitsu desportivo. Na GB a prioridade é transformar a vida das pessoas através da prática da arte suave. O resultado em campeonatos é consequência de uma série de realizações feitas em nossas escolas. Esse poder de transformação nos motiva e nos faz levar em conta outros fatores (não técnicos) de um indivíduo na hora de uma promoção de faixa.

“Eu sempre usei o Jiu-Jitsu como uma ferramenta para entender as pessoas. Durante anos, enquanto assistia aos meus alunos treinando, eu observava suas qualidades e limitações sendo reveladas nos tatames.”
(Mestre Carlos Gracie Jr)

Do que vale graduar um campeão nos campeonatos, mas ter um cara que durante os treinos, não respeita os menos graduados, reage mal as derrotas e preocupa-se apenas e exclusivamente consigo mesmo? E aquele outro que enxerga a graduação como direito adquirido por ser “um cliente”? Uma discussão polêmicaO que é analisado na hora da graduação?

Inspirados pelas discussões já realizadas entre diversos professores do time em torno desse tema, nós da GB Brasil reunimos os principais aspectos levados em conta quando o assunto é promoção de faixa. Saber o que é levado em conta ajuda o praticante a realizar um exame de consciência e saber quais os novos passo a serem dados.

1- Ser melhor do que era antes (individualidade)Alguns alunos por não compreenderem o que é levado em avaliação para a promoção de faixa, de forma equivocada, acabam se comparando aqueles que se destacam nas competições ou nos treinos na sua unidade. A graduação é algo individual e do mesmo modo, julgada de forma individualizada. Como comparar dois alunos que entraram ao mesmo tempo no jiu-jitsu, com idades diferentes – um jovem de 20 e outro senhor de 67 -, vigor físico discrepantes, ambos com a mesma vontade de aprender, mas com individualidades que os fazem caminhar de forma diferente? Essas diferenças são reais e não se pode fazer vista grossa. O jiu-jitsu não tem hora certa para entrar na vida de uma pessoa, mas a partir do momento que entra, ele tem o poder de desenvolver “a força no corpo, o conhecimento na mente e o espírito de nunca desistir” (trecho do credo estudantil GB).

2- Evolução Técnica – Comprometimento
A frequência semanal é um compromisso. Comparecer as aulas, participar dos treinos, quando dentro de uma regularidade mínima já garantem, de alguma maneira, a evolução técnica. Estar focado no aprendizado é meio caminhado andado para aqueles que querem colocar em prática as técnicas aprendidas nas aulas regulares.

 3- Fidelidade
A relação de fidelidade com a GB começa a partir do momento em que você veste o uniforme pela primeira vez. Representar o escudo vermelho requer também fidelidade aos princípios e regras GB. Contudo devemos ir além, não sendo apenas fiéis, e sim leais ao time. Lealdade é algo mais profundo,  é o vínculo criado naturalmente e mantido por livre espontânea vontade. Tem relação com valores pessoais.

 

Agora que você já sabe alguns dos principais pontos discutidos na hora da avaliação da graduação, é hora de fazer sua auto análise. Tire alguns minutos para refletir sobre a sua postura nas aulas, campeonatos e fora dos tatames também. Sempre há um novo começo esperando para ser escrito!

 

 

 

 

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